SINTESE DE UM NADA.
O que de mim sai nesse momento é resumo de um dia afundados em pensamentos, que não consigo definir nem mesmo discernir. Pois é a mistura de tudo e nada em mim. Encontro-me agora com medo do futuro e mais ainda do passado. Estando aqui nesta condição de escrivão solitário, com pessimismo de ideias e de vãos sentimentos, que me cabem à mente. Eu quero muito mais do que eu sou agora. Eu quero muito mais do que eu um dia possa ser! Mas o que seria esse meu querer? Não tenho ideia só escrevo. Só meus dedos se mexem. Isso é a síntese de mim! Isso é o que eu sou de verdade. EU CRU, SOMENTE EU NA MADRUGADA, NA MANHA e ao raiar o dia. O que se pensar quando se é uma incógnita pra si mesmo?! O que se dizer quando não se conhece? Medo, isso, isso é o que eu sinto agora. E não penso em mais ninguém, em nada, só escrevo! Tudo que há em mim sai, esvai-se, de maneira espontânea de maneira chula, mas com muito sentimento e culpa! Culpa por não ter feito isso antes, por não poder entender que não preciso de grandes pensamentos, grandes ideias, grandes nomes. Seja eu, apenas eu. Ando, corro, faço, sou, armo, escalo, voo, falo, beijo, como, excito-me. Que maravilha passa por meus ouvidos agora. Que sensação magnifica. Sim magnifica, é o adjetivo que encontro em meu pequeno vocábulo pra expressar a maravilha de ouvir. O som faz tão bem... Calmo estou. Só ouço o meu coração. O que aqui foi escrito provavelmente ninguém lerá. Mas... Se mais alguém ler, veja aqui um jovem que sente que tudo ao seu redor é muito mais do que ele merece e que a mudança é necessária! Mas sinto-me livre e disposto a mudar o mundo do jeito e da maneira que conseguir!